A queda: Re-caída.

 

 

É tão longo,

profundo,

obscuro.

 

São tantas mãos…

Mãos distantes,

outras gritantes

e egoístas.

 

Não quero mãos…

Quero asas.

E bem quero

que te canto,

meu anjo.

 

Clareanna Viveiros Santana, 01 de abril de 2008.

Published in: on Julho 14, 2008 at 3:28 am  Deixe um Comentário  

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