Painho

 

Sempre foi tímido,

seus cabelos, seu sorriso.

Sempre foi difícil

seu abraço ser tão íntimo.

 

Caro, meu amigo.

Meu pai,

Meu lindo.

 

Cara de felino,

Meu tudo,

Meu sorriso.

 

Pai, meu músico,

meu arquiteto,

meu índio.

 

Pai dos meus anos,

pára de rodeios,

Eu te amo!

 

 

Clareanna Viveiros Santana, 11 de maio de 2008.

Published in: on Julho 14, 2008 at 3:59 am  Deixe um Comentário  

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